O comércio brasileiro é através de um importante período de transição em relação à operação nos feriados, especialmente após mudanças normativas, acompanhadas de um novo cronograma. O anúncio de que as determinações previstas em Portaria No. 3.665/2023 só entrará em vigor de Março de 2026 Ele mudou empreendedores, trabalhadores e sindicatos em diferentes regiões do país, levando todos os envolvidos a prestar mais atenção às demandas e à importância da negociação coletiva nessas datas.
O adiamento da implementação dessas regras expandiu o tempo de preparação, aumentando os diálogos entre varejistas, representantes de funcionários e órgãos responsáveis pelo monitoramento das relações trabalhistas. Dado esse novo cenário, as diretrizes legais e as práticas do setor comercial continuam em constante evolução para atender às necessidades de legislação e varejo em férias nacionais, estaduais e municipais.
O que as empresas precisam saber sobre a ordenança nº 3.665/2023?
O texto normativo traz uma modificação significativa para o comércio, estabelecendo que, a partir de março de 2026, a operação nos feriados dependerá de acordos anteriores com os sindicatos das respectivas categorias. Em vez disso, havia mais flexibilidade, pois em muitos casos a abertura de estabelecimentos em datas festivas não exigia negociações formais ou registro documentado. Agora, será obrigatório criar instrumentos coletivos detalhando os direitos, como jornada diferenciada, benefícios e regras sobre intervalos compensatórios.
Esses requisitos visam formalizar entendimentos entre empresas e trabalhadores, reduzindo decisões unilaterais e fornecendo maior proteção legal. A mudança afirma que somente depois de assinar esses acordos, contendo especificações para atividades nos feriados, o comércio poderá operar de acordo com a lei trabalhista.
Quais são as vantagens e os impactos dos instrumentos coletivos nas relações trabalhistas?
A presença de instrumentos coletivos fortalece a organização das relações trabalhistas, pois exige o registro prévio das condições de trabalho nos dias de férias. Através de negociações feitas entre empreendedores e sindicatos, é possível estabelecer:
- Remuneração diferenciada Para as horas trabalhadas em datas festivas.
- Direito de autorização compensatória Para profissionais lançados nesses períodos.
- Critérios claros para organizar horários e tarefas em dias especiais.
A clareza desses itens em acordos reduz a frequência de dúvidas e disputas, além de evitar avaliações tributárias relacionadas à legislação trabalhista. Outro aspecto relevante é o fortalecimento dos sindicatos, que agora desempenham um papel estratégico na mediação e aprovação das condições para o trabalho nos feriados.
Como o comércio pode se organizar durante o período de adaptação?
Até março de 2026, varejistas e gerentes enfrentam a tarefa de revisar práticas internas, atualizar contratos e consolidar o título com os sindicatos. Esse movimento é fundamental para preparar os documentos exigidos pela nova regra e evitar interrupções da operação em datas estratégicas para o setor. Algumas ações práticas que podem ser adotadas incluem:
- Identificação e análise de feriados (municipal, estado e nacional) de acordo com a localização do estabelecimento;
- Revisão de rotinas e contratos de trabalho para antecipar possíveis necessidades de adequação;
- Participação ativa em reuniões e assembléias promovidas por sindicatos e entidades do setor;
- Investimento em comunicação interna para manter equipes informadas sobre direitos e deveres;
- Monitoramento contínuo das atualizações e diretrizes do Ministério do Trabalho e órgãos relacionados.
Essas etapas tornam o processo de transição menos suscetível a erros e aumenta o nível de preparação para os próximos anos.
Por que o intervalo até 2026 é considerado estratégico para o comércio?
A expansão do prazo para a adaptação não é apenas um adiamento do início das regras, mas uma oportunidade para o comércio repensar as práticas, fortalecer as relações institucionais e promover condições que reconciliam a produtividade e estrita observância dos direitos trabalhistas. O tempo adicional para negociar, esclarecer dúvidas e ativar as equipes reduz o risco de sanções futuras e garante maior estabilidade ao setor durante os períodos mais longos.
Ao investir nesse processo, empresas e trabalhadores contribuem para a construção de um ambiente com regras mais leves e relacionamentos profissionais equilibrados. O comércio pode reunir benefícios alinhando os interesses coletivos com os objetivos de negócios, melhorando a operação nos feriados sem negligenciar a segurança e o bem-estar dos funcionários.


