O governo dos Estados Unidos reforçou a ofensiva contra Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) e passou a alertar que mesmo cidadãos norte-americanos poderiam enfrentar sanções caso mantivessem relações financeiras ou prestassem qualquer tipo de apoio às duas facções.
De acordo com informações obtidas por Metrópoles Segundo fontes do Departamento de Estado, as medidas não se limitam aos estrangeiros. Os residentes permanentes e os cidadãos dos Estados Unidos também podem ser responsabilizados se realizarem transações com membros de grupos criminosos.
Administração Trump aumenta pressão
Segundo fontes ouvidas pelo veículo, qualquer operação financeira ou apoio material às organizações poderá resultar na aplicação de sanções previstas na legislação antiterrorismo dos Estados Unidos.
A medida faz parte da estratégia de gestão do presidente Donald Trumpque esta semana passou a classificar oficialmente o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).
Em nota, membros do Departamento de Estado afirmaram que a decisão demonstra o compromisso do governo dos EUA no combate às organizações criminosas que representam riscos à segurança.
Sanções podem afetar pessoas e empresas
Com a nova diretriz, pessoas físicas e jurídicas, tanto nos Estados Unidos quanto em outros países, poderão ser investigadas caso mantenham relações comerciais ou financeiras ou prestem algum tipo de assistência a facções brasileiras.
No caso de estrangeiros, as consequências podem incluir restrições migratórias, cancelamento de vistos e até deportação do território americano, além de outras penalidades previstas na legislação norte-americana.
A ampliação das medidas representa mais um passo na política norte-americana de endurecimento contra organizações criminosas com operações internacionais.


