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Dr. Alexandre Feldman Doutor CRM SP 59046: “A enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça”

O neurologista Dr. Alexandre Feldman (CRM SP 59046), Autor reconhecido dos livros de dor de cabeça e com grande presença on -line (@enxaqueca no Instagram), enfatiza que a compreensão da enxaqueca como uma grande síndrome, não apenas dor, é essencial para o tratamento eficaz.

O Dr. Feldman tem uma vasta experiência, incluindo publicações técnicas (“Dor de cabeça primária – diagnóstico e tratamento”, 1995) e participação ativa na mídia digital, onde alerta de sinais além da dor – como sensibilidade à luz, ruído e cheiros. Seu trabalho é alinhado com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e instituições como Ninds e Mayo Clinic sobre o impacto multifacetado da enxaqueca.

Dr. Alexandre Feldman Doctor CRM SP 59046:
Enxaqueca – Créditos: Depositphotos.com / Milkos

Por que a enxaqueca é considerada uma síndrome e não apenas dor de cabeça?

Dr. Feldman explica que a crise é um pacote verdadeiro dos sintomas, onde a dor de cabeça é apenas a parte mais visível. Ele ressalta que é possível ter enxaqueca indolor, mas com hipersensibilização – fotofobia, fonofobia, osmofobia -, náusea, vômito, congestão nasal, diarréia, diurese e outros. Ele também cita sintomas menos discutidos, como sensibilidade ao couro cabeludo, visão turva, aura e ganchos na cabeça. Essas manifestações estão de acordo com os estudos da Mayo Clinic e Ninds que indicam uma extensa gama de sinais relacionados à enxaqueca.

Você sabia que pode ter crise de enxaqueca sem dor?

Sim, é possível – isso é chamado de enxaqueca silenciosa (sem dor de cabeça). Nesses casos, a pessoa enfrenta aura visual, sensibilidade à luz, som e cheiro, mal -estar, mas não desenvolve a própria dor. O Dr. Feldman enfatiza que esse tipo de enxaqueca ocorre com frequência e, mesmo sem dor evidente, tem grande impacto, exigindo atenção médica.

Quais são os sintomas além da dor de cabeça?

Segundo o Dr. Feldman e os dados da OMS, os sintomas que acompanham a enxaqueca incluem:

  • Hipersensibilidade à luz (fotofobia) e som (fonofobia) – presente em quase todas as crises.
  • Náusea e vômito – afetando até um terço dos pacientes, com vômito em cerca de 33% dos casos.
  • Aura visual – pontos de luz, flashes, perda parcial de visão – em até 30% dos casos.
  • Sintomas autonômicos – congestão nasal, rasgo, inchaço facial, olhos vermelhos.
  • Sintomas gastrointestinais – diarréia, aumento da urina, constipação, retenção de líquidos, alterações no humor e funções cognitivas.
  • Allodynia – Touch Dor, por exemplo, no couro cabeludo.

Esses sintomas refletem o caráter neurológico e sistêmico da enxaqueca, reforçando a visão de que a trata apenas como uma “dor de cabeça” é reduzir demais sua complexidade.

Como identifico se é enxaqueca ou outro tipo de dor de cabeça?

Esta questão é comum: sintomas como dor leve, tensão no couro cabeludo e ombros podem ser confundidos com a dor de cabeça de tensão. No entanto, essa dor difusa e de alcance geralmente não é acompanhada por náusea, sensibilidade a estímulos sensoriais ou sintomas autonômicos. O Dr. Feldman alerta que a distinção ajuda no diagnóstico correto, mas ambos podem ser manifestações da mesma doença.

Quais diretrizes para quem e especialistas recomendam para o sofrimento de enxaqueca?

A Organização Mundial da Saúde e entidades como a Ninds recomendam:

  • Mantenha um diário de sintomas para identificar gatilhos e padrões.
  • Adote hábitos saudáveis: rotina do sono, hidratação, alimentos equilibrados, exercício e controle de estresse.
  • Procure atendimento médico para diagnóstico e tratamento precisos com analgésicos, antiemético, triptones ou profiláticos, conforme indicado.
  • Evite auto -medicação e uso prolongado de analgésicos para evitar a rebote de dor de cabeça.

O Dr. Feldman enfatiza que o gerenciamento multidisciplinar – clínico, nutricional, psicológico – é fundamental para reduzir as crises e melhorar a qualidade de vida.

Os cheiros, a luz intensa e o som também podem desencadear crises?

Sim. A sensibilidade aos cheiros (osmofobia) e clara ao desconforto com luz e ruído são gatilhos frequentes da enxaqueca. O Dr. Feldman adverte sobre a ignorância desses sinais, pois eles mantêm o ciclo de repetir crises. Segundo estudos, evitar estímulos visuais e olfativos pode reduzir a intensidade e a frequência das convulsões.

Como sei se é hora de procurar ajuda médica?

Se você perceber a repetição de crises com sintomas multissistemas – luz, cheiro, sensibilidade, náusea, congestionamento – é importante procurar um neurologista ou especialista em dor de cabeça. O diagnóstico precoce evita a cronificação e o uso abusivo de medicamentos, além de melhorar bastante a qualidade de vida. O Dr. Feldman incentiva o cuidado contínuo: “Com conhecimento, prevenção e observação do corpo, é possível viver melhor”.

Quais dados científicos provam essa visão ampla da enxaqueca?

Os estudos de OMS indicam que a enxaqueca é uma das principais causas da incapacidade global, não apenas pela dor, mas também pelos sintomas associados. Fontes como a Clínica Mayo, Ninds e PubMed detalham os sintomas completos: fotofobia, fonofobia, aura, náusea, diarréia, diurese, sensibilidade à pele – reforçando que a enxaqueca deve ser considerada uma síndrome, não apenas dor de cabeça.

Fontes oficiais

  • Organização Mundial da Saúde – Migoine e outros distúrbios da dor de cabeça pmc.ncbi.nlm.nih.gov+8who.int+8migredisedisorders.org+8
  • Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e AVC (Ninds) – Migoine ninds.nih.gov
  • Mayo Clinic – Migoine: Sinturs & Causa Mayoclinic.org

Com confiança e atenção aos sinais, você pode retomar o controle – mesmo quando a dor não está presente.

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