Dr. Hussein Awada, Doctor (CRM -SP 177707), pós -graduação em nutrologia, esporte e medicina integrativa, alerta de sinais hormonais de desarmonia que podem estar afetando o relacionamento e o bem do casal.
Dr. Hussein (Instagram: @Drhusseinawada) explica que oscilações emocionais, irritabilidade e comportamentos compulsivos antes do período menstrual não são “normais”, mas sintomas de disfunção real: falta de progesterona. Segundo ele, a dose desse hormônio no 21º dia do ciclo é fundamental para entender o que está acontecendo. Nesse contexto, a PMS é tratada como um sinal de alerta e não apenas um incômodo de passageiro.
Por que a falta de PMs de progesterona?
O Dr. Hussein explica que o PMS sinaliza uma deficiência de progesterona, essencial para o equilíbrio emocional e físico. Na fase lútea, após a ovulação, os níveis desse hormônio devem subir. Mas muitas mulheres têm uma queda significativa, o que gera sintomas como irritabilidade, compulsões e até dificuldades em relação ao parceiro.
Ele pergunta: “Quando foi a última vez que você dose sua progesterona?” – Observe que esta avaliação no 21º dia do ciclo clínico é essencial. A abordagem usada pelo Dr. Hussein retorna significado ao sintoma, tratando a PMS como uma disfunção hormonal que pode ser medida e tratada.
Quais suplementos podem ajudar a modular a progesterona?
Segundo o Dr. Hussein, três suplementos naturais podem ajudar na modulação da progesterona e alívio dos sintomas da PMS:
- Primula e óleo brilhante -Rich em ácido gama-linolênico (GLA), ajuda na produção de prostaglandinas anti-inflamatórias e equilíbrio hormonal. Estudos científicos mostram melhora na mastálgia, cólicas e irritabilidade durante o período pré -menstrual.
- Vitex Agnus – Castus – Medicina de ervas eficaz na TPM e endometriose, melhora a modulação hormonal e ajuda a fertilidade. As revisões clínicas indicam redução significativa nos sintomas psico -emocionais, retenção de líquidos e dor na mama.
- Angelica sinensis – Conhecido como ginseng feminino, atua na modulação hormonal, redução da inflamação e como antioxidante. Faz parte das opções naturais destinadas ao equilíbrio menstrual e à saúde reprodutiva.
O uso desses suplementos deve ser guiado por um profissional qualificado e preferencialmente associado à verificação dos níveis hormonais, como enfatiza o Dr. Hussein.
Como esses suplementos agem no corpo?
Os óleos primula e pornô contêm GLA, um precursor das prostaglandinas E1, que regulam a inflamação e o equilíbrio hormonal, conforme indicado pela Federação Brasileira de Ginecologia, AMB e CFM. A vitex atua nos receptores de dopamina na hipófise, reduzindo a prolactina e favorecendo o aumento da progesterona saulnutri.com+1passiidirEto.com+1. Angelica sinensis ainda possui ação anti -inflamatória e antioxidante, adicionando benefícios ao equilíbrio geral.
Esses mecanismos são apoiados por estudos clínicos revisados em revistas científicas reconhecidas, com resultados positivos em aliviar o humor instável, inchaço, cólicas e irritabilidade.
Quais são as precauções ao usar medicamentos à base de plantas na PMS?
Embora seja herbal, produtos como a Vitex devem ter dosagem adequada – geralmente de 20 a 40 mg por ciclo, por pelo menos três ciclos menstruais, de acordo com a metanálise. O óleo de primula é usado em doses entre 500 e 1500 mg/dia. É importante verificar possíveis interações medicamentosas, contra -indicações e seguir a orientação do ginecologista ou nutrologista, como o Dr. Hussein.
Como saber se isso pode realmente melhorar meu ciclo?
A história dos sintomas e a correlação com o ciclo menstrual são indicativos típicos da PMS. A melhoria geralmente ocorre após 2 a 3 ciclos de uso de suplementos, desde que haja monitoramento e hidratação adequados. O Dr. Hussein enfatiza que o tratamento da TPM como uma equipe faz toda a diferença, não apenas os sintomas momentâneos de camuflagem.
“PMS é uma disfunção, é um problema, não é normal ter PMS” – Dr. Hussein Awada
E se meu caso for mais grave?
Quando a PMS se manifesta como um distúrbio disfórico pré-menstrual (TDPM), a intensidade dos sintomas é de casos de depressão grave e risco de pensamentos suicidas. Nesses casos, o tratamento deve ser multidisciplinar: fitoterapia, dieta equilibrada, gerenciamento do estresse e, quando indicado, apoio psicológico ou psiquiátrico.
Fontes oficiais:
• Organização Mundial da Saúde – Saúde Reprodutiva
• Associação Médica Brasileira – Diretrizes da PMS
• Conselho Federal de Medicina – Fytoterapia e Medicina Integrativa
• Revistas científicas mencionadas nos estudos acima


