Uma nova tentativa de ignorar bloqueio de sinal nas prisões de Rio de Janeiro foi identificado em Banguonde os presos tentaram usar tecnologia de internet via satélite.
Como foi descoberta a fraude no Presídio Bangu 3?
Uma ação de inteligência por Secretaria de Estado de Polícia Criminal (Seppen) revelou uma tentativa de obter acesso clandestino à internet em Prisão Gabriel Ferreira Castilho (Bangu 3)no Complexo Gericinó. O caso envolveu a instalação de equipamentos tecnológicos dentro da unidade prisional.
Durante a fiscalização, os agentes identificou uma antena Starlinkbem como outros itens usados para conexão digital. A descoberta reforça a preocupação com a disseminação de tentativas de comunicação ilegal dentro do sistema prisional.
Como foi realizada a ação de inteligência em Bangu?
A operação aconteceu nesta terça-feira (23/6), após informações apontarem movimentações suspeitas dentro da unidade. As equipes de Setembro realizou uma busca direcionada em uma das galerias da prisão.
O trabalho incluiu monitoramento prévio e análise de inteligência para localização dos materiais. Segundo a secretaria, a ação faz parte de um conjunto de medidas permanentes de fiscalização nos presídios do Rio de Janeiro.
O que foi apreendido dentro da prisão durante a busca?
Além da tentativa de instalação de internet via satélite, a Polícia Judiciária encontrou diversos materiais proibidos no interior da unidade. Os itens foram recolhidos e encaminhados à delegacia responsável pela investigação.
Entre os objetos apreendidos estavam equipamentos de comunicação e substâncias ilícitas, destacando a complexidade do incidente:
- 1 antena Starlink
- 1 roteador de internet
- 4 celulares
- Porções de erva seca
Por que o uso do Starlink nas prisões preocupa as autoridades?
O uso de tecnologias como StarLink dentro das prisões representa um desafio crescente para o sistema de segurança pública. Mesmo com bloqueadores de sinal, os presos buscam alternativas para restabelecer a comunicação com o mundo exterior.
Este tipo de ligação pode dificultar o controlo das atividades criminosas organizadas pelas autoridades. Portanto, o caso levanta um alerta sobre a evolução dos métodos utilizados para contornar bloqueios tecnológicos.
Que medidas foram tomadas após a apreensão do equipamento?
Após a operação, o Inspetoria Geral de Seppen abriu inquérito para apurar como os materiais chegaram ao interior da unidade. O objetivo é identificar possíveis falhas de segurança e os responsáveis pela entrada dos itens.
A secretaria informou ainda que mantém ações contínuas de inteligência e fiscalização nos presídios do estado. O foco é impedir a entrada de equipamentos proibidos e reforçar o bloqueio de comunicações ilegais.


